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domingo, 28 de outubro de 2012

AS MALAS - Transalpine

Após 10 horas de prova da terceira etapa da Transalpine, nós não podíamos mais nos responsabilizar por nossos atos. Isso é tudo que tenho a dizer em nossa defesa!



 
 
Mais videos da aventura saindo do forno...aguardem!


terça-feira, 11 de setembro de 2012

TRANSALPINE RUN relato final!


EQUIPE SUUNTO 1 FLOWER PEOPLE NA TRANSALPINE RUN 2012

Ter um patrocinador em comum com a Transalpine foi algo que selou a escolha do desafio do ano; a Transalpine Run, uma prova em 8 estágios de corrida de montanha com 15 mil metros de ascensão acumulada atravessando os Alpes, passando por três países Alemanha, Austria e Itália.

A Transalpine run é uma competição internacional muito popular e seis meses antes da prova as vagas já estavam esgotadas.Tivemos todo o apoio da SUUNTO para que nosso desejo se tornasse realidade com sua ajuda foi possível garantir uma vaga para a única equipe brasileira da prova.

O PERCURSO

Largando de Ruhpolding na Alemanha, passando pela Austria e terminando em Sexten na Itáila o percurso de 320 km foi o mais exigente e longo de todas as edições anteriores.
Trezentos e vinte quilometros em oito dias, uma média de 40 k e um acumulado de ascensão de quase 2 mil metros. No final da prova teríamos "escalado" quase dois Everest.

A DUPLA FLOWER PEOPLE

A Dri e eu, temos um currículo recheado de competições em estágio de mountain bike e tínhamos apenas o "Cruce de los Andes" de amostra  do que podería ser a Transalpine.
Essa seria a sétima prova em estágio que competiríamos juntas, é incrível a sinergia que temos. 

Somos muito parecidas e mesmo tendo treinadores e treinamentos diferentes, mesmo morando em cidades diferentes e não treinando juntas os nossos ritmos se alinham, a partir do segundo dia o que uma pensa a outra fala e vice e versa. Fórmula extremamente necessária para o sucesso; a dupla precisa ter o mesmo objetivo e acima de tudo saber respeitar se. 

A "ENCRENCA"

Mesmo olhando as altimetrias e estudando um pouco do que nos aguardava nós só percebemos onde estávamos nos metendo após o primeiro dia de competição.

O primeira etapa começou com 50 k, a mais longa de todos os dias. Largamos muito ansiosas e aflitas com a temperatura. O dia estava frio, a Dri e eu somos bem calorentas e vendo muitos atletas altamente equipados ficamos com medo. Parecíamos amadora, antes da largada esquecemos tudo o que já sabíamos sobre nós mesmas.

A largada foi um alívio, agora era colocar tudo o que tínhamos treinado em prática.
Não tem um dia fácil de prova. Todas etapas foram tecnicas, com corridas em trilhas, com pedras, raízes, algumas com trechos guiados por corda e muita subida. 

Após as 8:40 hs que levamos para finalizar o primeiro dia, percebemos que o desafio seria mais exigente do que imaginávamos. Nossos dias ficaram curtos; resumiam se em deixar a mala na recepção do hotel, largar, correr em média oito horas por dia (nosso tempo total de prova foi 66 horas), cruzar o pórtico, descobrir onde era o nosso hotel, tentar dar notícias de vida, ir na festa de premiação, comer e descansar para começar tudo novamente no dia seguinte. 

A partir do terceiro dia eu brincava que a prova parecia uma mesa de bar; o mais resistente ficava em pé, depois do quinto dia a gente já a comparava com um campo de batalha; atletas mancando para todos os lados. A fila da fisioterapia na largada era algo interminável; nem imagino quantos metros de knesio tape foram usados. 

No sexto dia 40% das equipes já estavam fora da prova. Das 300 equipes que largaram apenas 178 continuavam classificadas. No ultimo dia de prova das 23 equipes femininas, apenas 10 sobreviveram a Transalpine. A medida que os dias foram passando e nós resistindo, subíamos de posição assim ficamos com o oitavo lugar.

A nossa experiencia em competições de endurance nos deu vantagem; a estratégia desde o começo foi encarar cada dia com calma, tentar estabelecer um ritmo, fazer com que as paradas nos pontos de água fossem rápidas e eficientes para que não fossemos pegas pelos cortes (horário limite de passagem nos abastecimentos). Tiveram equipes que ficaram fora da prova porque passaram 3 minutos depois do horário limite. Nós passávamos normalmente com uma hora de antecedencia antes dos cortes, nos dias mais curtos essa folga diminuia. Portanto o segredo seria gerenciar nosso tempo e tentar minimizar a chance de sofrer lesões, já que a cabeça e o corpo estavam treinados.

Levávamos vantagem em relação ao grupo nas partes tecnicas; em terrenos com pedras grandes e piso irregular. Nos primeiros dias de prova também ultrapassávamos muitas pessoas na subida, mas esses super poderes se esgotaram a medida que os dias foram passando. 

Meus joelhos foram ficando muito prejudicados com o acumulado de descidas quem inventou o ditado "Para descer todo Santo ajuda, certamente não tinha joelhos." A Dri teve problema em um de seus tornozelos e com duas de suas unhas, mas a ordem era essa: "Não vale a pena reclamar! O sofrimento é passageiro." Já sabíamos que iríamos ter que conviver com a dor então fazíamos com que as nossas risadas a abafassem. 

Houve dias em que não tínhamos nem tempo de ir tomar banho e tínhamos que ir direto para o jantar. Houve dias em que não conseguíamos ficar em pé após a etapa. Uma montanha russa de emoções; momentos de muita alegria ao cruzar os pórticos de chegada seguidos de insegurança e medo: "Como iremos ter forças conseguir correr amanhã?"

De uma maneira mágica e inexplicável o corpo melhorava e no dia seguinte conseguíamos sair correndo. Nossa força de vontade nos leva adiante, estou convencida que não foi com os pés que vencemos 320 k, mas com a cabeça. Queríamos com cada célula dos nossos corpos completar o desafio. 

O apoio que tivémos de todos os amigos e família foi fundamental. Todos os dias de manhã escrevíamos em nossos corpos os nomes de todas as pessoas que nos incentivaram e mandaram comentários para o blog. Era como se estivéssemos correndo com todos os nossos amigos durante a prova.

O astral brasileiro encanta a Europa. O coração aparentemente frio dos alemães acabou amolecendo após alguns dias de prova; com palhaçadas, uniforme PINK, capas de super heroínas, alto astral e a nossa dancinha (ridícula) na chegada conseguimos arrancar finalmente sorriso de todos. Um dia fomos eleitas as heroínas da trilha (todo dia alguém era escolhido) porque como nos disseram: nos momentos difíceis continuávamos sorrindo, e mesmo com o dobro (ou mais) de tempo de prova dos líderes sempre cruzávamos a meta com alegria contagiante! 

Dura e exigente, a Transalpine run foi uma experiencia das mais intensas e belas que tive na vida. O presente é muito real, e o sofrimento potencializa a vivência. Talvez cruzando as montanhas eu tenha tido esse in sight "É isso: O sofrimento aguça os nossos sentidos, nos torna mais emotivos, com a emoção a flor da pele as cores ficam mais vivas, a beleza mais definida e a experiencia mais marcada."

Correndo podemos chegar onde nem a bicicleta nos leva; a lugares inóspitos, cercados pela natureza e montanhas gigantes que nos tornam pequenos. E pequenas mas de alma cheia derrubamos lágrimas pelos lugares lindos que passamos, emocionadas e tocadas pela natureza não foi difícil agradecer o privilégio de estarmos vivas e lá no alto dos Alpes estávamos sussurrando isso no ouvido de Deus! LIFE IS GOOD!

Obrigada Dri, minha eterna irmã e alma gemea espero viver outras experiencias tão incríveis como essa junto com você! Obrigada Jony, que no auge da organização da DBR arrumava tempo para preocupar se comigo. Mais uma vez obrigada a todos os nossos amigos e família pelo carinho apoio e incentivo. E aos nossos patrocinadores SUUNTO, SIGVARIS SPORTS, NEW BALANCE, COFIDES, FLOR E TRAPO e NEAF.


terça-feira, 4 de setembro de 2012

TRANSALPINE 4o dia Neukirchen - Prettau

DISTANCIA HORIZONTAL 43,30 KM
ASCENSÃO ACUMULADA 1.997
TEMPO de PROVA 8:48 hs

A terceiro dia foi assustador para a gente...As 10 horas de prova nos deram uma perspectiva diferente do que imaginávamos que passaríamos.
O corpo começa a reclamar muito depois de tantas horas acumuladas, corrida não é como bike que tem trechos que o corpo pode descansar, correr 320 k significa ter que fazer esforço o tempo todo.

Depois de uma experiencia muito sofrida decidimos que iríamos levar tudo na palhaçada. Sabemos que para chegar até o final o bom humor é algo extremamente necessário.
Assim o quarto dia foi bem mais tranquilo.
Finalmente conseguimos fazer os alemães dar risada!!!

Subimos até pisar na neve! O pior da altimetria para a gente são as descidas, elas são cruéis para o corpo e não perdoam os joelhos. Ontem houve muita desistência decorrente das últimas descidas do percurso que além de muito ingrime eram bem técnicas.
Obrigada por todos os comentários! Isso tem dado muitas forças para seguirmos!











segunda-feira, 3 de setembro de 2012

TRANSALPINE 3o dia Kitzbuhel - Neukirchen

DISTANCIA HORIZONTAL 46,50 KM
ASCENSÃO ACUMULADA 2.258 M
TEMPO DE PROVA 9hs57

Resumindo: ESSE O EFE ERRE I EME E ENE TE O

Agradacemos a compreensão hoje não vai dar para escrever mais!
Obrigada pela força de todos!

Equipe Flower People mudando de estratégia


domingo, 2 de setembro de 2012

TRANSALPINE 2o dia St Johann - Kitzbuhel

DISTANCIA HORIZONTAL 34,80 KM
ASCENSÃO ACUMULADA 1.849 M
TEMPO DE PROVA 7:57 hs

A gente largou achando que os 35 k de hoje seriam bem mais fáceis que os 50 k de ontem!Doce ilusão! O percurso era extremamente técnico com subidas muito ingrimes. E para completar pegamos um transito no começo que tirou nosso ritmo de largada e isso deve ter nos custado pelo menos uma hora no tempo geral.

Tivemos muitos comentários no blog e antes de largar pintamos todo o nosso corpo com os nomes dos nossos amigos para que nos dessem forças para durante o percurso. Foi muito divertido correr com tantas pessoas queridas!

As subidas eram de tirar o folego e se você pensa que as descidas aliviavam está enganado! Meu Deus! Meus joelhos não aguentam mais descer. Trilhas muito técnicas e exigentes; raízes, lama, pedras e muito single track.





Mas toda a dureza acentua a beleza. Nos emocionamos, choramos, comemoramos e finalmente depois de oito horas de prova cruzamos a linha de chegada!
Amanhã são 46 k.
Socorrooooooooooo!!!!!!


domingo, 6 de maio de 2012

TRANSALPINE o desafio de 2012!

"Qual é a próxima?"
Essa é a pergunta que não quer calar, principalmente quando mal saímos de uma competição.

Depois de 3 anos consecutivos focadas nas principais ultra-maratonas de bike (Cape Epic, Transrockies, BC, Brasil ride) resolvemos mudar um pouco nosso objetivo e deixar por uma temporada a bike de lado.

Não que seja fácil desapegar se da magrela, mas a BC bike race nos deu uma visão tão perfeita do que uma prova pode ser, que confesso; ficamos um pouco receosas de entrar logo em outra ultra-maratona de bike. O referencial ficou muito marcado.

Quando descobri que a SUUNTO um dos meus patrocinadores era responsável pela cronometragem da Transalpine na Europa, comecei a enxergar a prova com outros olhos.
"Dri, encosta a bike! Pega seu tênis e vamos correr!"

A Transalpine é uma ultra-maratona de corrida de montanha. São 320 k com 15.000m de desnível percorridos em 8 dias de competição. Os 8 estágios cruzam Alpes, a largada é na Alemanha seguindo para Áustria e finalizando na Itália. Ela acontece na primeira semana de setembro.

Esse é o nosso principal desafio de 2012. Daqui até lá teremos outras provas e aventuras para contar, mas desde agora os treinos priorizarão a Transalpine!
Vem com a gente!



terça-feira, 26 de outubro de 2010

A tão comentada MULTA DE BIKE!

Pois é, fechando a viagem com chave de ouro; a famosa multa!
A viagem pela Austria, Italia e Eslovenia termina nesse capítulo e deixa um gostinho de quero mais.
Estamos "trabalhando" no próximo projeto! Não saiam daí!


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domingo, 26 de setembro de 2010

BIKE TRIP second day!

E a gente achava que estava indo para Eslovenia...mal sabíamos nos que teríamos ainda a Italia pelo meio do caminho!
E as aventuras continuam...


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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

BIKE TRIP first day!

Voltar para a vida de trabalho não tá fácil...
Mas afinal das contas é essa a vida que financia a vida dos sonhos!
Enquanto não vem a proxima, a gente ainda tem uma colecão de histórias para contar.

Esse foi o primeiro dia de viagem pela Austria:


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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

BACK TO SLOVENIA! Os 80 km finais da viagem de 600km!!!

Nosso dia começou com uma vista, que já nos tinha tirado o folego na noite anterior (subir até aqui não foi fácil!)
Um pouco de chuva e lindas paisagens.
Eu perguntando "João, tem certeza que a gente não tinha que virar aqui"
Até que horas depois que ele resolveu olhar no mapa descobriu que a gente estava pedalando no sentido contrário!

Enquanto não achávamos o caminho certo ele comia maçãs, como fez nos ultimos 550 km!!!

Depois de algumas horas pedalando na direção errada, encontramos finalmente o Matej nosso amigo esloveno! "Največ vidiš, če se izgubiš" como diz o ditado; para conhecer muito, primeiro é preciso se perder!
E assim seguimos brincando...

e brincando...
E quem disse que era para brincar... E lá veio a primeira multa de bike da minha vida, essa valeu o capítulo à parte!
Seguimos, saindo da Austria de volta à Eslovenia!

Dravograd, destino final, daí fomos para um jantar incrível! Humm.. Jantar!! Já estava cheia das maçãs!
E assim passaram se sete dias, 600 km, paisagens lindas e momentos inesquecíveis!
Mas ainda não acabou; sábado tem a BLACK HOLE marathon com direito a um pedal subterraneo de 6 km por uma mina desativada! Não saiam daí! Seguiremos assim; perdidos pelo mundo!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

A primeira MULTA DE BIKE a gente nunca esquece!

Esse episódio é um capítulo à parte! Fala sério!
Estávamos os três; um esloveno, um português e uma brasileira, pedalando na Austria, com destino à Eslovenia.
Numa estrada de duas mãos e sem acostamento. Quando nós três quase pedalando um do lado do outro, ouvimos uma buzina...
Eu pensei "Que estranho os Austríacos são tão educados no transito!" quando escuto o João falando
"É a policia!"
O policial austíaco parou o carro e começou a dar um sermão na gente. O Matej concordava, o João olhava com cara de "Não estou entendendo nada!" e eu me segurava para não ter um ataque de riso.
Conclusão, depois do sermão ainda veio a multa 35 euros por cabeça, ou, infrator no caso!
Guardei comigo a multa, afinal essa não é uma multa qualquer!
É uma multa de bike!!!

domingo, 12 de setembro de 2010

Mais 140km de pedal! Bye Austria! Ciao Italia!

Um lindo domingo de sol. De manhã já saimos de Lienz com destino à Eslov... oops quer dizer Italia! Claro se o percurso pode ser mais longo para que facilitar! Incrível como foi só cruzar a fronteira e já se percebe a mudança de paisagem, arquitetura e cultura!

Não felizes em ter cruzado os alpes no dia anterior, mais um "pass" pelas montanhas; uma subidinha considerável de 14 km. Altamente recompensada, depois de cruzar a fronteira, descemos uma serra em alta velocidade, curtindo o visual de arrepiar! Viva Italia!
Pedalamos o dia inteiro, saímos da Lienz as 10.30hs da manhã e fomos estacionar nossas bikes no hotel em Udine na Italia as 20 hs da noite. Claro que isso contando com os sorvetes, fotos e paradas para descansar pelo meio do caminho.

Uns 30 km antes de chegar, o João já pedalava devagar, e eu atrás pensava "Claro né...ele leva a mochila pesada, o atrelado mais pesado ainda, pedala com as rodas com os discos tortos, ou seja a roda presa, é normal que depois de um dia de pedal esteja cansado!" E como se não bastasse todos os motivos acima fomos depois descobrir o real; o pneu dele de trás tava no chão! Furado!
Olha que para derrubar o Portuga precisa muito!
Analizando o gps hoje descobrimos que estamos perto do mar! Hummm...talvez o caminho até a Eslovenia seja um pouco mais demorado! até amanhã!

sábado, 11 de setembro de 2010

Cruzando os Alpes a noite! Mais que uma aventura!

Depois da parada do mc Donals, tudo parecia estar controlado; a viagem corria bem, e imaginávamos que mesmo pedalando a noite, estaríamos no nosso destino antes da largada do "Dolomitten mann" a prova da Redbull que eu tanto queria ver.

Começamos a subir, já era escuro, mas se via o contorno das montanhas. Até ai, tudo sob ok, quando...à meia noite fomos surpreendidos por uma placa que mudaria a nossa noite "33km de subida!" "O que!" e foi mesmo, estávamos no meio da cordilheira dos Alpes não tinha escapatória, o caminho era sempre para cima!

Isso nos custou um esforço para subir 1800 mts de desnível (detalhe apenas nesse trecho!!), saímos do 700 e chegamos no 2500 mts, 5 horas de uma subida interminável, atingimos o céu, as estrelas e os picos nevados! Picos nevados!

Depois de muitas horas de pedal, quase lá em cima, eu já estava no meu limite.
"João! vamos parar por favor!"
Parte de mim ainda queria continuar, mas até ali plenas 4.30 hs da manhã, já tinham sido percorridos quase 120 km, eu estava no limite fisico, já passando muito frio. O duro foi arrumar aonde acampar, se acampássemos ali, morreríamos de frio.

Várias tentativas! Enfim achamos uma casinha que havia sido transformada num mini museo. Não tivémos duvida, colchonetes e sleepings e pronto! Pronto nada, o frio tava brabo, acordamos 3 horinhas depois congelando. Já tinha amanhecido o dia e seguimos.
O percurso final até Lienz não foi nada tranquilo, mesmo com grande parte de descidas, as perninhas ainda reclamavam dos 30 e tantos km escalados algumas horas atrás.

Depois de 180 km pedalados, quase 20 horas da saída do aeroporto de Salzburg, chegamos à Lienz, já no final da prova da redbull!
Mas isso, depois de toda essa aventura era o que menos tinha importancia!

quinta-feira, 15 de abril de 2010

DOLOMITEN MANN mais uma da série PROVAS PELO MUNDO

Essa semana o Ale Vidart, um amigo argentino, me mandou mais uma prova que vai para a sessão PROVAS PELO MUNDO.
Cada dia que passa descubro que as opções não acabam. Me da certo desespero, depois que encontro provas assim, passo algumas noites em claro, sonhando com maneiras de concretizar o desejo.
Essa aqui é na Áustria, claro que em se falando de Red Bull, a brincadeira não podia ser mais louca, radical e interessante. Dolomiten Mann essa é a mais nova da lista