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sábado, 8 de dezembro de 2012

FLOWER PEOPLE naTRANSALPINE RUN - o filme!

O pricipal desafio de 2012 da equipe Flower People passou assim; rápido como a vida!
Dureza e Beleza no limite da prova mais desafiadora enfrentada até então.
Deixou nossas almas e corações marcados para sempre!



Obrigada Dri; Mana com você tudo fica fácil e divertido! Love you!

terça-feira, 20 de novembro de 2012

O melhor recuperador do mundo!

Eu ia escrever algo em nossa defesa mas ninguém iria acreditar...

Esse foi mais um capítulo dos 320 km da Transalpine:


domingo, 28 de outubro de 2012

AS MALAS - Transalpine

Após 10 horas de prova da terceira etapa da Transalpine, nós não podíamos mais nos responsabilizar por nossos atos. Isso é tudo que tenho a dizer em nossa defesa!



 
 
Mais videos da aventura saindo do forno...aguardem!


terça-feira, 2 de outubro de 2012

relato MARATONA DE PATINS DE BERLIM


Lá estávamos João e eu na largada da maratona de patins, mais de seis mil atletas prontos para largar sobre rodas para o mesmo percurso que 40 mil correriam no dia seguinte.

Eu nunca tinha visto o João patinar, e confesso que quando colocamos os patins ali na reta do pórtico fiquei um pouco preocupada. Nós tínhamos combinado de fazer a prova juntos, eu no auge da adrenalina estava querendo abandonar o Jony. 
"Nossa, que malvada! Você mete o rapaz na roubada e ainda abandona o barco?"

Santa competitividade! Eu queria saber qual era o meu limite e se conseguiria bater o tempo do Marílson; "Vamos para abaixo de 2:08 hs!"

Quando largamos segui atrás do Jony. Como ele disse; eu tinha a força da técnica e ele a técnica da força. Mesmo com pouco domínio sobre rodas o mutante conseguia patinar numa velocidade muito boa. Momento de alívio: "Eba vamos juntos!"

Com menos de um quilômetro de prova o João levou o primeiro tombo. Parar numa situação dessas com inúmeros patinadores atrás é impossivel, então eu segui devagar olhando para trás tentando ver se ele vinha. Assim fui seguindo e nada do Jony aparecer.

O tempo estava bom, o que garantia curtição total, a prova seria um passeio turístico pela capital alemã. Mas como o speaker anunciou com tempo bom acontecem mais acidentes, era preciso redobrar atenção. O percurso cruza trilhos de bonde e tem algumas irregularidades, mas tudo muito bem sinalizado, e mesmo os patinadores vão alertando uns aos outros.

As descidas que tanto me assustavam ficaram pequenas em muitos momentos eu até torci para que a inclinação fosse maior. 

Continuei curtindo o percurso quando fui ultrapassada por um jato: "Byeeeeeee!!!" era o mutante e sua vingança, nesse caso o prato que dizem que se come frio ainda estava pelando.
Flamulando a bandeira branca: "Eu estava te esperando!" segui atrás dele.

Pronto! Bandeira amarela; corrida neutralizada. Seguimos uns bons quilômetros juntos: "Beleza! Estamos num pace bom, o objetivo é tangível! Bora lá!"
"Eu já caí várias vezes!" _logo em seguida ele estava no chão novamente. 

...

"Quer água?"
"Não, não, não!"

Não podia existir nenhuma interferência externa na patinada do João que seguia concentrado em se equilibrar e aplicar força. Eu fui ficando para trás e vendo sua determinação sumir no horizonte.

Faltando alguns quilômetros para o final começou a chover. Na hora lembrei do meu irmão (que estava lá na chegada nos esperando): "Não fica falando que a maratona de patins vai ser fácil porque de repente vocês pegam vento contra e chuva."_Santa boquinha!

O Asfalto parecia um sabão. O sonho em ser pacer do Marílson estava indo por água abaixo! Mas depois de alguns minutos de chuva parece que o asfalto absorveu a água e ficou um pouco menos escorregadio. Reta Final!

Fechei o percurso em 2:07:13! Yuhuuuu!!! Logo após o pórtico, com um minuto e meio de vantagem, o Jony me esperava de braços abertos e um sorriso luminoso. Um beijo selou mais um desafio maluco vencido e nesse final de história o mocinho fica com a bandida!

Life is good!







domingo, 30 de setembro de 2012

MARATONA DE PATINS capítulo zero


Eu poderia contar já de começo como foi a minha primeira prova de patins que ocorreu nesse sábado, mas como a história é complexa vou começar pelo capítulo zero:

Em 2009 fui "obrigada" a treinar patins porque seria uma das modalidades do mundial de corrida de aventura que competi naquele ano. Depois dos 21 k patinados na prova em Portugal meu patins ficou esquecido no meio de outras modalidades.

Um longo período de hibernação não foi o suficiente para diminuir minha vontade de achar uma prova específica do esporte. Todos os caminhos me levavam a Alemanha;

"Uma maratona de patins em Berlim? Num dos percursos mais planos que existem?"

A data também era perfeita. Pronto! Desafio escolhido! Ai vem aquele momento de comunicar o Português (meu namorado) qual é a roubada que ele está prestes a se meter. Você me pergunta "Ele?". Sim! Costumamos a nos meter em roubadas juntos, não pergunte.

Tirei o pó do meu patins e inclui treinos semanais na minha planilha. Até companhia eu arrumei, a Tati uma amiga me acompanhou nas manhãs sobre oito rodas.

Um belo dia o João manda o filme da competição escolhida! (vide final do post) Nesse dia o encantamento foi abafado pelo desespero: "Meu Deus! A prova começa em uma descida!"

Descer e ganhar velocidade parecia um tanto pretensioso. O alarme começou a tocar:
"Preciso de um professor!"

Entra na história Erick Barreto um patinador e treinador de bem com a vida.
"Erick, não sei frear!" "Erick me ensina a descer!"  Com algumas aulas o que parecia distante foi ficando tangível e consegui ficar confiante sobre as rodas. Não treinei específico, já que o foco do calendário não era essa competição, mas me preparei o suficiente para estar segura.

Aí claro; a segurança nunca vem sozinha, com ela a pretensão de estipular metas:
"Será que é possível bater o tempo do Marílson?" Seria divertido fazer o percurso de uma maratona em patins abaixo do melhor tempo do nosso ídolo olímpico maratonista.

Enquanto isso em Portugal o João mal se equilibrava sobre os patins. Para os que acompanham as histórias eu nem preciso contar o que aconteceu, né? Mesmo assim fiquem aí que amanhã eu conto tudo tudo sobre a maratona de patins em Berlim!

Curtam o vídeo e me digam: Tem como não se envolver?


sábado, 22 de setembro de 2012

BIKE TRIP - day 3 - Waren - Gedser?


Parecia que já estávamos fadados à uma batalha dura. Fomos surprendidos pelo track errado do gps, e descobrimos que o verdadeiro caminho berlin - copenhague era mais a oeste, quando fomos surpreendidos pelo mau tempo; chuva e vento gelado.


As severas condições nos obrigaram a parar inúmeras vezes para comer, para nos agasalharmos, para comprar sacos de lixo para proteger toda nossa bagagem.


No começo ainda fizemos questão em acompanhar o track (percurso mais longo porém todo em ciclovia) mas quando a coisa apertou decidimos ir pelas estradas vicinais e deixar o percurso mais curto.


Pedalamos aproximadamente 70 quilômetros e ainda estávamos longe do destino que havíamos traçado como objetivo do dia (Rostock). A estratégia de ataque tinha que mudar.


Ao chegarmos em Gustrow onde decidimos que pegaríamos o trem. A cidade muito charmosa como todas as que passamos até então mas o frio continuava a atacar.


Pegamos o trem com destino a Rostock, a cidade portuária daonde sai o ferry para Gedser (Dinamarca)


O João vigia enquanto compro munições, precisamos de muitas balas para repor as calorias perdidas.


Nesse momento estamos em Rostock, nosso ataque marítimo será noturno, hoje mesmo a batalha continua na Dinamarca! Não saiam daí!

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

BIKE TRIP 2nd day - Lindow - Warren


Sofremos uma baixa em nosso exercito hoje; pela manhã a Becca foi chamada para uma nova missão em Paris (estudos) e nós após uma breve despedida seguimos viagem.



Não queríamos pegar estradas de jeito nenhum, então seguimos apenas por rotas de bicicleta. Dificilmente encontramos alguém, os caminhos são inóspitos e silenciosos.



Assim mesmo tem uma ótima estrutura; sempre marcados com placas de cidades próximas e suas quilometragens, asfalto conservado... Ok, já deu para entender, estamos na Alemanha!


A região que estamos é repleta de canais, lagos enormes e vários vilarejos pequenos e charmosos a sua beira.



A paisagem distrai e quando vemos já foram muitos quilômetros pedalados, com direito a paradas para almoço. As refeições hoje foram um capítulo a parte; em nenhum dos lugares que paramos alguém fala inglês, a comunicação ficou por conta do mínimo de alemão que eu consigo entender e da linguagem universal mímica. Os pratos foram na base do chute e não sendo chucrute até que temos acertado bem no  que decidimos apontando no cardápio.



Igrejas são marcos em toda cidadezinha que cruzamos e flores, muitas flores! Jardineiras com gerânio, terraços coloridos...e logo tínhamos 100 quilômetros pedalados! Hora de parar em Warren.
Amanhã tem mais! Boa noite!

Vó, um beijo! Liga o skype estamos com saudades!

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

A nova aventura! Berlin - Copenhague


Não sei bem ao certo como surgiu a ideia de irmos de Berlin até Copenhague de bike, acho que foi uma mistura geral de acontecimentos; meu irmão querendo  um pedal na Europa, uma viagem para a maratona de patins em Berlin (esse é um capítulo para o final do mês) uma grande amiga em Copenhague. O caso é que dois dias depois da Douro bike race, meu irmão Tom, Becca, João e eu estávamos em Berlin prontos para uma nova aventura.


Chegamos na capital alemã no final do dia, muito tarde para um ataque, resolvemos então guardar munição para a batalha do dia seguinte.


Fomos para num hotel gay, muito bacana por sinal, mas é claro que isso já rendeu boas risadas na nossa primeira noite.



É incrível como sempre somos salvos por nossos amigos do facebook (tenho que admitir que essa ferramenta para a conquista do mundo é fundamental), assim fomos ajudados pelo nosso anjo local Marcelo Barbosa, um brasileiro que mora há quatro anos aqui no país do chucrute. Marcelo conhecia a Pedal Power uma fabriqueta de bikes urbanas que aluga tandem (nossa arma predileta para o ataque)





Uma volta pela cidade, mas sem demorar muito porque íamos seguir viagem. O muro de Berlin parece radiar ainda energia, só de pedalar ao seu lado é possível sentir.




O almoço foi com direito a uma torta de mixed berries que virou bolo com uma vela improvisada no meio.
A nossa festinha não foi tão particular assim, tivémos uns amigos penetras e gulosos!



Mais uma voltinha pela cidade e fomos pegar o trem. O Marcelo nos aconselhou a sair da cidade para depois começar a pedalar porque o trecho do perímetro urbano não tem nada para ver além de carros.


Dessa vez compramos o bilhete. Não que das outras a gente tenha andado sem vergonha e sem bilhete, isso jamais aconteceria numa turma como a nossa.



Com os tracks no gps, assim que saímos do trem já começamos a rastrear nosso caminho que nos levará até a capital da bike. Amanhã o ataque continua.
Vem com a gente!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

TRANSALPINE RUN relato final!


EQUIPE SUUNTO 1 FLOWER PEOPLE NA TRANSALPINE RUN 2012

Ter um patrocinador em comum com a Transalpine foi algo que selou a escolha do desafio do ano; a Transalpine Run, uma prova em 8 estágios de corrida de montanha com 15 mil metros de ascensão acumulada atravessando os Alpes, passando por três países Alemanha, Austria e Itália.

A Transalpine run é uma competição internacional muito popular e seis meses antes da prova as vagas já estavam esgotadas.Tivemos todo o apoio da SUUNTO para que nosso desejo se tornasse realidade com sua ajuda foi possível garantir uma vaga para a única equipe brasileira da prova.

O PERCURSO

Largando de Ruhpolding na Alemanha, passando pela Austria e terminando em Sexten na Itáila o percurso de 320 km foi o mais exigente e longo de todas as edições anteriores.
Trezentos e vinte quilometros em oito dias, uma média de 40 k e um acumulado de ascensão de quase 2 mil metros. No final da prova teríamos "escalado" quase dois Everest.

A DUPLA FLOWER PEOPLE

A Dri e eu, temos um currículo recheado de competições em estágio de mountain bike e tínhamos apenas o "Cruce de los Andes" de amostra  do que podería ser a Transalpine.
Essa seria a sétima prova em estágio que competiríamos juntas, é incrível a sinergia que temos. 

Somos muito parecidas e mesmo tendo treinadores e treinamentos diferentes, mesmo morando em cidades diferentes e não treinando juntas os nossos ritmos se alinham, a partir do segundo dia o que uma pensa a outra fala e vice e versa. Fórmula extremamente necessária para o sucesso; a dupla precisa ter o mesmo objetivo e acima de tudo saber respeitar se. 

A "ENCRENCA"

Mesmo olhando as altimetrias e estudando um pouco do que nos aguardava nós só percebemos onde estávamos nos metendo após o primeiro dia de competição.

O primeira etapa começou com 50 k, a mais longa de todos os dias. Largamos muito ansiosas e aflitas com a temperatura. O dia estava frio, a Dri e eu somos bem calorentas e vendo muitos atletas altamente equipados ficamos com medo. Parecíamos amadora, antes da largada esquecemos tudo o que já sabíamos sobre nós mesmas.

A largada foi um alívio, agora era colocar tudo o que tínhamos treinado em prática.
Não tem um dia fácil de prova. Todas etapas foram tecnicas, com corridas em trilhas, com pedras, raízes, algumas com trechos guiados por corda e muita subida. 

Após as 8:40 hs que levamos para finalizar o primeiro dia, percebemos que o desafio seria mais exigente do que imaginávamos. Nossos dias ficaram curtos; resumiam se em deixar a mala na recepção do hotel, largar, correr em média oito horas por dia (nosso tempo total de prova foi 66 horas), cruzar o pórtico, descobrir onde era o nosso hotel, tentar dar notícias de vida, ir na festa de premiação, comer e descansar para começar tudo novamente no dia seguinte. 

A partir do terceiro dia eu brincava que a prova parecia uma mesa de bar; o mais resistente ficava em pé, depois do quinto dia a gente já a comparava com um campo de batalha; atletas mancando para todos os lados. A fila da fisioterapia na largada era algo interminável; nem imagino quantos metros de knesio tape foram usados. 

No sexto dia 40% das equipes já estavam fora da prova. Das 300 equipes que largaram apenas 178 continuavam classificadas. No ultimo dia de prova das 23 equipes femininas, apenas 10 sobreviveram a Transalpine. A medida que os dias foram passando e nós resistindo, subíamos de posição assim ficamos com o oitavo lugar.

A nossa experiencia em competições de endurance nos deu vantagem; a estratégia desde o começo foi encarar cada dia com calma, tentar estabelecer um ritmo, fazer com que as paradas nos pontos de água fossem rápidas e eficientes para que não fossemos pegas pelos cortes (horário limite de passagem nos abastecimentos). Tiveram equipes que ficaram fora da prova porque passaram 3 minutos depois do horário limite. Nós passávamos normalmente com uma hora de antecedencia antes dos cortes, nos dias mais curtos essa folga diminuia. Portanto o segredo seria gerenciar nosso tempo e tentar minimizar a chance de sofrer lesões, já que a cabeça e o corpo estavam treinados.

Levávamos vantagem em relação ao grupo nas partes tecnicas; em terrenos com pedras grandes e piso irregular. Nos primeiros dias de prova também ultrapassávamos muitas pessoas na subida, mas esses super poderes se esgotaram a medida que os dias foram passando. 

Meus joelhos foram ficando muito prejudicados com o acumulado de descidas quem inventou o ditado "Para descer todo Santo ajuda, certamente não tinha joelhos." A Dri teve problema em um de seus tornozelos e com duas de suas unhas, mas a ordem era essa: "Não vale a pena reclamar! O sofrimento é passageiro." Já sabíamos que iríamos ter que conviver com a dor então fazíamos com que as nossas risadas a abafassem. 

Houve dias em que não tínhamos nem tempo de ir tomar banho e tínhamos que ir direto para o jantar. Houve dias em que não conseguíamos ficar em pé após a etapa. Uma montanha russa de emoções; momentos de muita alegria ao cruzar os pórticos de chegada seguidos de insegurança e medo: "Como iremos ter forças conseguir correr amanhã?"

De uma maneira mágica e inexplicável o corpo melhorava e no dia seguinte conseguíamos sair correndo. Nossa força de vontade nos leva adiante, estou convencida que não foi com os pés que vencemos 320 k, mas com a cabeça. Queríamos com cada célula dos nossos corpos completar o desafio. 

O apoio que tivémos de todos os amigos e família foi fundamental. Todos os dias de manhã escrevíamos em nossos corpos os nomes de todas as pessoas que nos incentivaram e mandaram comentários para o blog. Era como se estivéssemos correndo com todos os nossos amigos durante a prova.

O astral brasileiro encanta a Europa. O coração aparentemente frio dos alemães acabou amolecendo após alguns dias de prova; com palhaçadas, uniforme PINK, capas de super heroínas, alto astral e a nossa dancinha (ridícula) na chegada conseguimos arrancar finalmente sorriso de todos. Um dia fomos eleitas as heroínas da trilha (todo dia alguém era escolhido) porque como nos disseram: nos momentos difíceis continuávamos sorrindo, e mesmo com o dobro (ou mais) de tempo de prova dos líderes sempre cruzávamos a meta com alegria contagiante! 

Dura e exigente, a Transalpine run foi uma experiencia das mais intensas e belas que tive na vida. O presente é muito real, e o sofrimento potencializa a vivência. Talvez cruzando as montanhas eu tenha tido esse in sight "É isso: O sofrimento aguça os nossos sentidos, nos torna mais emotivos, com a emoção a flor da pele as cores ficam mais vivas, a beleza mais definida e a experiencia mais marcada."

Correndo podemos chegar onde nem a bicicleta nos leva; a lugares inóspitos, cercados pela natureza e montanhas gigantes que nos tornam pequenos. E pequenas mas de alma cheia derrubamos lágrimas pelos lugares lindos que passamos, emocionadas e tocadas pela natureza não foi difícil agradecer o privilégio de estarmos vivas e lá no alto dos Alpes estávamos sussurrando isso no ouvido de Deus! LIFE IS GOOD!

Obrigada Dri, minha eterna irmã e alma gemea espero viver outras experiencias tão incríveis como essa junto com você! Obrigada Jony, que no auge da organização da DBR arrumava tempo para preocupar se comigo. Mais uma vez obrigada a todos os nossos amigos e família pelo carinho apoio e incentivo. E aos nossos patrocinadores SUUNTO, SIGVARIS SPORTS, NEW BALANCE, COFIDES, FLOR E TRAPO e NEAF.


sábado, 1 de setembro de 2012

TRANSALPINE 1o dia Ruhpolding - St Johann

DISTANCIA HORIZONTAL 49,60 KM
ASCENSÃO ACUMULADA 1.663 M
TEMPO (aproximado) de prova; 8h40


Difícil contar tudo o que aconteceu nesses 50 k de prova! Levamos 8h40 para completar o percurso.
O frio não foi algo que atrapalhou a equipe, muito pelo contrário. O percurso com trechos bem técnicos e bastante subida. Demos muita risada, nos divertimos na prova do começo ao fim.
A missão arrancar sorriso dos alemães parece algo distante, mas enfim só percorremos 50 k dos 320...quem sabe mais para frente!
Estamos emocionadas com tantos seguidores e comentários que temos recebido! Com a energia de vocês tudo fica mais fácil!
Amanhã será um dia mais "curto", mas bastante exigente nas subidas.
Não saiam daí!


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Flower People em Munique!

Depois de onze horas de viagem finalmente aterrizamos em solo alemão!

 Munique está toda florida. Ignoramos o cansaço saímos para um passeio....

 ...com direito a passagem pelos pontos turísticos como Marienplatz...

 
...munidas de carboidrato (afinal temos que fazer um bom estoque)

 passamos por Hofbrauhhaus...

...com destino programado, as gigantes pinks (rs) seguiram para...

... Englischer Garten ....

 ...mas o que a gente realmente queria ver...


 ...era o famoso surf no rio da capital. Nem preciso contar para vocês que ficamos mais de hora sentadas às margens do Eisbach admirando as manobras dos surfistas, sonhando morar numa cidade que mesmo sem praia é fácil surfar!

 Admirando a cultura, a vida outdoor, a luz linda do final do dia...

 ...trilhando sem rumo por caminhos que nos convidaram a fazer parte da paisagem.

Quinta feira o destino é Ruhpolding, a cidade da largada da Transalpine. Estamos adorando todos os comentários "Vem com a gente" já temos muitos amigos que farão parte da nossa viagem amanhã não é mesmo, Anita, Diego, Leco, Fátima, Boquita e Raquel?
Não saiam daí!