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domingo, 26 de abril de 2015
Conquistando o oceano Atlântico! Bike trip II Day 7
Após 6 dias de pedal da dupla de frencesinhas ficou mais fácil convencer a reduzirem o ritmo. O ultimo dia pedalamos todo por uma via verde dentro de um parque natural Des landes des Gascongne que saia de Villandraut e seguia até Mios.
O almoço já estava programado para ser o famoso pic-nic, então saímos munidos do tradicional camembert, coca cola, chocolates e afins. E em uma das vilas dentro da área de proteção ambiental sentamos para comer e descansar.
Continuamos até Grujan Mestras e na bahia de Arcachon encontramos com o que deveria ser o oceano Atlantico (a maré estava baixa e não tinha água alguma) mas o cidade famosa por sua produção de ostras nos convidou a um passeio pelo pier e a degustação de algumas duzias direto do produtor.
Um brinde para comemorar a consquista!
Satisfeitos seguimos para Arcachon para ai sim encontrar com uma extensa praia de areia branca e tão desejado oceano atlântico. O destino ainda nos levou para um hotel boutique com apenas 9 quartos, super aconchegante onde termina mais uma aventura épica!
Obrigada Tom e Becca por deixarem eu invadir a programação de vocês!
Espero que a viagem em família se repita mais vezes!
Amo vocês!
sábado, 25 de abril de 2015
Damazan à Villandraut! Bike trip II Day 6
Segundo dia que tive que pedir arrego. Novamente planejamos até onde a dupla iria pedalar e elaboramos o plano.
_"Se você mudar o plano deixe pistas na frente do prédio da prefeitura de Villandraut."
O tempo estava nublado e vez ou outra chuviscos se manifestavam, então saindo de Damazan já fui direto pegar o trem e de Aiguillon segui para Langon onde desci e segui por uma via verde até o destino combinado.
As vias verdes aqui na França são realmente de impressionar; feitas para bicicleta, às vezes em trilhos ou estradas desativadas. Sempre bem conservadas e bem sinalizadas, nem precisei usar o Suunto era só seguir o caminho pavimentado margeado por árvores e verde.
Não encontrei ninguém, pedalei por duas horas sem pressa na companhia do silencio interrompido muitas vezes por pássaros que cantavam descontroladamente. Às vezes a chuva caia. Nessa viagem passei muitos dias sozinha, aprendi a não ter pressa, a fazer do caminho a viagem. Curti muito os dias introspectivos e o silencio me levou a muitos lugares.
Chegando em Villandraut fiquei surpresa porque a Vila era muito pequenina mas tinhas tudo até um hotelzinho na praça principal. No momento da fome não tive duvida, fiz o check in e logo após o almoço fui deixar colado no predio da prefeitura, a pista de onde seria o paradeiro aos dois bravos que ainda não cansaram de pedalar.
Villandraut, é conhecida pelo seu pequeno Castelo de 1300 que fora construído para o Papa Clemente. Aconchegante e encantadora.
O final da tarde mostrou se ensolarado e depois que os dois chegaram fomos comer uma pizza sentados a luz do dia para curtir o por do sol! 30 km para minha contra e quase 80 para a deles.
_"Se você mudar o plano deixe pistas na frente do prédio da prefeitura de Villandraut."
O tempo estava nublado e vez ou outra chuviscos se manifestavam, então saindo de Damazan já fui direto pegar o trem e de Aiguillon segui para Langon onde desci e segui por uma via verde até o destino combinado.
As vias verdes aqui na França são realmente de impressionar; feitas para bicicleta, às vezes em trilhos ou estradas desativadas. Sempre bem conservadas e bem sinalizadas, nem precisei usar o Suunto era só seguir o caminho pavimentado margeado por árvores e verde.
Não encontrei ninguém, pedalei por duas horas sem pressa na companhia do silencio interrompido muitas vezes por pássaros que cantavam descontroladamente. Às vezes a chuva caia. Nessa viagem passei muitos dias sozinha, aprendi a não ter pressa, a fazer do caminho a viagem. Curti muito os dias introspectivos e o silencio me levou a muitos lugares.
Chegando em Villandraut fiquei surpresa porque a Vila era muito pequenina mas tinhas tudo até um hotelzinho na praça principal. No momento da fome não tive duvida, fiz o check in e logo após o almoço fui deixar colado no predio da prefeitura, a pista de onde seria o paradeiro aos dois bravos que ainda não cansaram de pedalar.
Villandraut, é conhecida pelo seu pequeno Castelo de 1300 que fora construído para o Papa Clemente. Aconchegante e encantadora.
O final da tarde mostrou se ensolarado e depois que os dois chegaram fomos comer uma pizza sentados a luz do dia para curtir o por do sol! 30 km para minha contra e quase 80 para a deles.
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Mais 100 km pedalados - Canal la Garrone - Day 5
Na hora do almoço resolvemos fazer um pic nic, reforçamos com pão e patisseries comprados num desvio de rota. Comemos às margens do la Garrone.
O ritmo hoje foi mais tranquilo para me deixar acompanhar. A via é pavimentada e apenas para bicicletas, facilitando o pedal.
Praxe de final do dia procurar lugar para ficar, e assim como num passe de mágica foram mais 100 km para a conta.
To só o pó da rabiola! Não tá fácil acompanhar as francesinhas!
Canal de la Garronne - Bike trip II Day 4
De volta um dia ensolarado e depois do dia off, foi ótimo para tentar acompanhar os dois novamente.
Paramos em Toulouse para almoçar, deixando o Canal du Midi para trás. Almoço gostoso em restaurante movimentado no centro da cidade. É até estranho chegar em cidade "grande" depois de dias em vilarejos que nada abre de domingo a quarta.
Após o almoço pegamos a Via des Deux Mers, uma rota verde para bicicleta que acompanha o Canal de la Garronne. A junção dos dois mares (Atlântico e Mediterrâneo) é feita pelos dois canais; de Bordeaux até Toulouse o Canal de la Garrone, de Toulouse até o Mediterrâneo pelo Canal du Midi.
O primeiro trecho nas margens do la Garronne ainda perto de Toulouse tinha ares de periferia, mas foi se afastar um pouco que a natureza tomou conta das paisagens. Muitas árvores também plantadas nas laterais mas um pouco mais selvagem e menos turístico. Os barcos quase desaparecem, os cicloturistas permanecem.
A tarde estava com a luz linda dos dias ensolarados e o pedal muito prazeroso. Claro que eu estava no vácuo da Becca para tentar acompanhar o ritmo imposto pelas duas francesinhas.
Sempre naquele momento que você está louco para parar começam os perrengues; pousadas fechadas, cidades fantasmas, empurrar bike em trilhas rústicas, pular guard rail com bikes pesadas, e aquele pedal que teria 70 km vira de 95, mas sempre tem uma boa alma para ligar para alguma hospedagem e achar lugar.
Uma casa linda e por do sol rosado, sem contar a macarronada que os anfitriões prepararam especialmente para a gente!
Sãos, salvos e felizes!
De bike entre dois oceanos - Bike trip II Day 3
Depois de dois dias tentando acompanhar a dupla decidi pedir arrego:
"Hoje vou pegar o trem. Até onde irão pedalar? Encontro vocês lá."
Sem pressa peguei o trem do meio dia e desci na estação de Villefranche de Lauragais uma cidadezinha que tinha ficado hospedada na SUP trip.
Nós já tínhamos escolhido o ponto de encontro; pousada que ficava mais para frente, então peguei a feliz Brava no lindo dia de sol e saímos para procurar. No caminho às margens do Canal du Midi achei outra opção e se a primeira falhasse o plano B já estava montado. Dito e feito! Foi bater e voltar. Mais uma vez o que deu "errado" era o certo!
A casa de hospedagem era linda, num jardim com piscina aproveitei para curtir a minha tarde off.
Claro que no por do sol não resisti e saí para uma corridinha às margens do Canal. Indescritível a luz dourada de fim de tarde na região, mal consegui correr.
A noite Tom e Becca chegaram após um dia de aventuras e muita lama!
Fomos jantar na cidade e voltamos sob o céu estrelado e uma risca como um sorriso dourado da lua.
"Hoje vou pegar o trem. Até onde irão pedalar? Encontro vocês lá."
Sem pressa peguei o trem do meio dia e desci na estação de Villefranche de Lauragais uma cidadezinha que tinha ficado hospedada na SUP trip.
Nós já tínhamos escolhido o ponto de encontro; pousada que ficava mais para frente, então peguei a feliz Brava no lindo dia de sol e saímos para procurar. No caminho às margens do Canal du Midi achei outra opção e se a primeira falhasse o plano B já estava montado. Dito e feito! Foi bater e voltar. Mais uma vez o que deu "errado" era o certo!
A casa de hospedagem era linda, num jardim com piscina aproveitei para curtir a minha tarde off.
Claro que no por do sol não resisti e saí para uma corridinha às margens do Canal. Indescritível a luz dourada de fim de tarde na região, mal consegui correr.
A noite Tom e Becca chegaram após um dia de aventuras e muita lama!
Fomos jantar na cidade e voltamos sob o céu estrelado e uma risca como um sorriso dourado da lua.
terça-feira, 21 de abril de 2015
Passando por Carcassonne - Bike trip II Day 2
Sabíamos que a previsão do tempo não era das melhores, resolvemos então optar por uma rota em estrada, já que diminuiria 15 km no percurso até Carcassone, assim não teríamos que pegar lama.
Não é que o vento mudou de direção junto conosco e para variar continuou do contra?!
_"Vou entrar nessa cidade e pegar um trem, encontro vocês em Carcassonne."
Só o fato de reduzir a velocidade já me fez melhorar. Chegando na vila fui perguntar onde era a estação de trem.
_"Em Carcassonne!"
Era rir para não chorar, ou eu voltava 13 km para a estação anterior ou pedalava os 25 que faltavam.
Escolhi um caminho passando por várias cidadezinhas e quando cruzei com o Midi de novo não tive dúvidas voltei a rota longa porém linda.
Completando o perrengue da aventura o pneu da frente furou. Treze dias viajando de bike sozinha nada acontece, foi só deixar o kit reparo com o mano...
Para minha sorte dois belgas que viajavam na direção contrária se solidarizaram com a situação, param e remendaram meu pneu!
Cheguei em Carcassonne horas depois dos dois, mas pelo menos a nossa santa energia nos colocou em hotéis vizinhos.
O final do dia foi um presente divino para sanar o trauma do perrengue, fomos visitar e jantar na cidade medieval, mais um patrimônio da humanidade!
Mágico!
Não é que o vento mudou de direção junto conosco e para variar continuou do contra?!
Desviamos a rota em Puichèric para fugir da chuva, mas quando vimos que não teria mesmo jeito encaramos as condições.
Voltamos para a estrada, pedalamos mais alguns quilômetros. Na metade do caminho eu já estava querendo pegar um trem. Meu ritmo era mais devagar que dos dois e pedalar contra o vento na chuva e estrada não estava agradável.
_"Vou entrar nessa cidade e pegar um trem, encontro vocês em Carcassonne."
Só o fato de reduzir a velocidade já me fez melhorar. Chegando na vila fui perguntar onde era a estação de trem.
_"Em Carcassonne!"
Era rir para não chorar, ou eu voltava 13 km para a estação anterior ou pedalava os 25 que faltavam.
Escolhi um caminho passando por várias cidadezinhas e quando cruzei com o Midi de novo não tive dúvidas voltei a rota longa porém linda.
Completando o perrengue da aventura o pneu da frente furou. Treze dias viajando de bike sozinha nada acontece, foi só deixar o kit reparo com o mano...
Para minha sorte dois belgas que viajavam na direção contrária se solidarizaram com a situação, param e remendaram meu pneu!
Cheguei em Carcassonne horas depois dos dois, mas pelo menos a nossa santa energia nos colocou em hotéis vizinhos.
O final do dia foi um presente divino para sanar o trauma do perrengue, fomos visitar e jantar na cidade medieval, mais um patrimônio da humanidade!
Mágico!
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