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quarta-feira, 20 de maio de 2015

Subindo Tepozteco - Aventuras no México!



O programa era ir até Tepoztlan.
_"E Subir Tepozteco uma montanhinha ridícula?"

Com toda paciência de aguentar a namorada que acha que sabe tudo, Jesus explicou que o programa do dia não era apenas escalar uma montanhinha.
Tenho que dar o braço a torcer; Tepoz como é chamada pelos íntimos é um pueblo mágico localizado entre montanhas, ha uma hora de carro ao sul da Cidade do México. Mística e zen.


Família reunida para encarar o desafio. Itzel com Derek de apenas 1 ano e 7 meses em seu colo. "Isso não vai dar certo!" pensei eu encarando a placa da famosa "montanhinha.".

"Sigam na frente, nós iremos logo em seguida." Sem nos preocupar aceleramos os passos. Toca a subir! A subida é praticamente uma escada em pedra, com trechos bastante irregulares e ingrimes. Em momento algum parei para pensar que a altitude (a cidade do méxico está a 2200 mts) pudesse me afetar, mas na prática nos primeiros passos já me faltava ar.


"Maldita hora que eu fui desafiar Tepozteco (a montanha leva o nome de um deus mexicano.)" Na metade do percurso já estava tropeçando na língua, e pagando todos os pecados, inclusive o de hoje.


Uma hora depois estávamos no topo da pequena pirâmide, a cereja do bolo. A vista da cidade é linda, no meio da natureza, paramos para ouvir os passarinhos cantarem em um dia de calor intenso.

Quando resolvemos descer adivinha quem chegava? Derek e sua turma!


sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Lazy Kitesurfer


Pouco antes de alugar o equipamento de kitesurf o instrutor pergunta para você como fazer o self rescue. Sim porque os que não sabem se virar sozinhos para Johny o instrutor britânico que da aulas em Holbox, são os preguiçosos de carteirinha:
"Lazy Kitesurfers!"

Aí você pega todo seu equipamento que não acaba mais; hardness, prancha, pipa, não esqueça da bomba, neoprene, protetor solar, capacete, colete salva vidas...você poderia ter escolhido correr, mas não, porque pegar um tênis e sair por aí se você pode equipar se todo?

Após carregar o barco a frase ainda está ecoando na sua cabeça "Lazy Kitesurfers", seria culpa?

O barco sai com destino a Punto Mosquito uma praia virgem afastada na ponta da Ilha. Você abandona a paz de um mar lindamente esverdeado e sem vento em troca de uma praia longa de mar que tornou se marrom pela quantidade de algas:
"A maré trouxe as algas, nunca vi essa praia assim!"

A direção do vento sopra quase sentido praia, você pensa em desistir e passar o dia deitado ali mesmo, mas seu instrutor te convence que não tem problema e que é bom aproveitar o dia. Fingir um ataque epiléptico provavelmente resolveria mas você prefere dar chance ao esporte.

Verifica a direção do vento, tira o Kite da mala, abre, pega a bomba, enche, desenrola, prepara as linhas. Pede assistência e decola o kite. Volta para pegar a prancha tentando não derrubar a vela.

Entra no mar, toma a primeira onda na cabeça, a segunda, perde a prancha, a terceira te desestabiliza, o kite está na água. Paciência é só o que se precisa.

Quando tenta subir na prancha pela terceira vez percebe que já está na hora de voltar pilotando a pipa e andando contra o vento. Após 20 minutos de caminhada contra o vento com água na canela e malabarismos para levar a prancha com uma não é o kite com a outra você pode tentar novamente subir na prancha.

Você lembra do kitesurf no Marrocos, quando deixar a pipa na água era sinal que o barco deveria achar sua prancha e te entrega la em mãos, mas outro breve pensamento corta sua mente "Seria eu...?"

O instrutor detecta a sua predisponibilidade ao ataque epiléptico e se oferece p subir a praia levando seu kite, a oferta parece incrível até você tentar sair do mar e ficar atolado com algas marinhas até o queixo. "Alguém me tira daqui?"

Você decide acabar o sofrimento com um educado sorriso agradecendo a oportunidade lamentando que as condições realmente não são as mais favoráveis para a prática do esporte para alguém de nível amador, deita na areia e faz aquela respiração da yoga.

Espera que todos terminem a sessão para finalmente pegar o barco de volta. O sol já está baixo. Quando a aventura parece estar próxima ao fim a lancha quebra seus dois motores. A resposta que tanto temia vem a tona: "Sim, você é lazy kitesurfer." Mas assim como a certeza serena e colorida; o por do sol, em alto mar te faz sorrir!

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

HOLBOX, um Mexico pouco descoberto

Na divisa do Caribe com o Golfo do México, uma ilha paradisíaca já descoberta por turistas antenados mas ainda pouco explorada.
Destino ecológico e também uma boa opção para os kitesurfistas de plantão.

Holbox, o plano era esse para as férias mexicanas. A ilha fica a pouco mais de duas horas de carro de Cancun, um pequeno barco faz a travessia que dura em torno de vinte minutos e logo estamos num vilarejo pequeno que mistura casinhas e comércio local com restaurantes descolados, pelas ruas nota se as mesmas misturas mexicanos e estrangeiros, muitos americanos e alemães.

Não tem carros, apenas carrinhos de golf circulam pela ilha, muitos deles táxis que levam turistas para todos os lados.

Ótimas opções de hotel em várias faixas de preço, em sua maioria todos muito charmosos ao longo da praia principal banhada pelo golfo do México. A cor do mar é curiosamente branca, e de acordo com a luz se comporta mais esverdeada ou azulada.

O vento sopra forte a ponta mais afastada da praia já toma cor das pipas de kite.
Que comecem as férias!










terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Que Kitesurf que nada, o negócio é topless!

As sete da manhã estávamos de pé. Eu esperançosa com o dia cheio de vento, mas ainda com água na barriga do dia anterior.
Depois de montar todo o equipamento e lançarmos o kite, minha professora polonesa ia entrar na água comigo. Foram algumas tentativas e muita luta, o mar acordara desordenadamente enfurecido.

Depois do primeiro "wash machine" na segunda tentativa frustada de passar a rebentação a instrutora alerta:
"O mar está muito bravo hoje, talvez seja melhor a gente não insistir."
Olhando para as ondas revoltas mesmo contrariada tive que dar o braço a torcer. Para mim ser muito difícil aprender kite naquelas condições.

Não muito longe dali Jesus parecia não se importar muito com as grandes ondas e curtia a prática iniciante do esporte já em cima da prancha.

O momento da minha frustração logo passou; eu estava em Tulum, o paraíso hippie perdido das deusas e deuses. Eu estava no mar do Caribe, na praia, com cachorros felizes, com Ceviche, Guacamole e uma ótima máquina fotográfica em mãos.
Life is good.










domingo, 22 de dezembro de 2013

Kitesurf em Tulum

_ “Qual foi o esporte mais difícil que experimentou em 2013?”

_ “Kitesurf.” Respondi sem hesitar “sim porque a maioria dos esportes por mais que não se saiba é possível vivencia-lo, por exemplo, surf, no mesmo dia que aprender por mais que fique apenas alguns segundos em cima da prancha vivencia a sensação de sua prática, já o kitesurf....

***


O destino era México e se as férias seriam para dar continuidade ao esporte mais marrento do projeto #365 o local escolhido seria Tulum.
Tulum fica na costa caribenha abaixo de Playa de Carmen, que por sua vez está abaixo da famosa Cancun. Mas nada de gigantes hotéis, a simpática comunidade exala paz e amor. Um tanto quanto hippie-chic os hotéis e pousadas com quartos estilo bungalow cobertos por sapé em simpáticas construções de madeira que como sua comunidade encaixam se perfeitamente na paisagem.



Praia de areia branca, mar turquesa, homens e mulheres lindos, topless na areia, yoga, sorrisos e vida saudável, paraíso por definição.

Lá fomos nós para a aula. Eu estava com medo de pegar a pipa, meu único contato com kitesurf tinha sido em um lago:
“Mas você aprendeu na água?”
Sim. Se fosse arremessada pela pipa do jeito que fui inúmeras vezes nas minhas aulas aquáticas na praia não teria o mesmo efeito...


Minha professora polonesa me passou muita tranquilidade me ensinando como proceder caso o kite se enrolasse com a ondas, o famoso “wash machine”.
_ “Só puxar o safety.”
_ “Só?”

Mas vamos às condições locais: Vento On-shore (na direção da praia) ondas para todos os lados.
Depois de relembrar como se controlava a pipa era hora de entrar na água, aprender a passar a primeira rebentação de ondas (porque tinha a segunda, terceira...) fazer um body drag e sair para a praia novamente.

A história começou a ficar complicada quando eu tinha que controlar a pipa com uma mão, segurar a prancha com outra, olhar para o kite e para as ondas ao mesmo tempo, esperar a série de ondas bravas passar, entrar rápido na água mesmo com o vento me jogando de volta para a praia, passar a rebentação... “wash machine”.

Tomei tanta vaca e muitas vezes quando levantava com mais três litros de água salgada na barriga olhando para o alto para ver se o kite voava.... “wash machine!”

“Ai Santo!” Toca puxar o safety, ir até a praia, desembaraçar a linha, desprender, reprender, relançar e tentar tudo de novo.

“Quer parar para beber uma água?”
A polonesa só podia estar tirando sarro da minha cara.



Foram 3 horas de kite e em nenhum momento eu consegui entrar na água com a prancha sem ser arrastada pelas ondas ou pelo vento. Hora de parar. 
Amanhã tem mais.


domingo, 28 de novembro de 2010

retrospectiva 2010 PROVAS!

Eu resolvi fazer um levantamento das provas que eu fiz no ano.
Quando finalmente consegui fechar as datas, me espantei com o resultado;
Foram 22 provas feitas e completas em 2010.
Vamos aos números e curiosidades:

MARATONA DA DISNEY
Janeiro
Local Orlando EUA
Minha estreia em maratona!
Tempo: 3hs59
Apoio: Kailash e Landslide

CRUCE DE LOS ANDES
Fevereiro
Local: Argentina e Chile
Ultramaratona de corrida
100 km em 3 estágios
categoria: Dupla feminina Flower People
Dri Boccia e Luli Cox
Apoio: Kailash e Landslide


TOUR DE LA PATAGONIA
Fevereiro
Local: Argentina e Chile
Ultramaratona de mtn bike
200km em 3 estágios
categoria: Dupla feminina Flower People
Dri Boccia e Luli Cox
Apoio: Kailash
CLARO 100 KM
Março
Local: rodoanel São Paulo
Bike de estrada
categoria Mtn biker feminina
Apoio: Kailash e Rodrigo Raso

HIDALGO EXTREME
Março
Local: Hidalgo, Mexico
Dupla Mista: Antonio de la Rosa e Luli Cox
Corrida de Aventura 47km
mtn bike, trekking, tirolesa e caiaque
Classificação: 3 lugar
Apoio: Kailash e Organização da prova

HYUNDAI ADVENTURE
Abril
Local: Guaraujá, Brasil
Corrida de Aventura
Mtn bike, trekking, caiaque
50 km
Equipe: Selva Aventura
Caco, Duda Bley, Alã e Luli Cox
Classificação: 2 lugar
Foi uma honra correr na equipe do meu querido treinador!

CLARO 100K

Abril

Local: Campinas, Brasil

Bike de estradaCategoria: Elite mtn biker feminina

ROCKY MOUNTAIN MARATHON

Local: Riva del Garda, Italia
maratona de mtn bike 50km
Solo feminina

ADVENTURE CAMP

Maio

Corrida de aventura: Trekking, mtn bike e caiaque

50 km

Solo (dupla com a Carol Hess)

As Penélopes de Flower People

Apoio: Kailash, Landslide

ADVENTURE CAMP desafio de MTN BIKE

Local: Visconde de Mauá, Brasil
25km
Elite Feminina
Classificação: 1 lugar
Apoio: Kailash

TRANS GERMANY
Junho
solo feminina
Prova: ultramaratona de mtn bike
400 km em quatro estágios
Na companhia: Rocky Mountain Team João Marinho e Zé Silva
Apoio e Patrocinio: Nexplore, Rocky Mountain, Cofides



BIG BIKER
Junho
Local: Santo Antonio do Pinhal Brasil
Elite feminina
Maratona de mtn bike



GEO RAID
Julho
Local Serra da estrela Portugal
Ultramaratona de mtn bike
200km em 2 estágios
com um acumulado de subidas absurdo!
Dupla feminina Rocky Mountain Team Vera Maria e Luli Cox
Sem classificação
Apoio e Patrocinio: Nexplore, Rocky Mountain, Cofides



MARATONA DO VALE DO VOUGA
Julho
Local: Portugal
Maratona de mtn Bike 90km
Solo Feminina open
Classificação: 2 lugar na categoria
Apoio e patrocinio: Nexplore, Rocky Mountain, Cofides

SHORT TRACK São Silvano
Julho
Local: Itatiba Fazenda São Silvano São Paulo
Classificação 6 na feminina
Quarto melhor tempo da volta do circuito
Apoio e patrocinio: Nexplore, Rocky Mountain, Cofides e organização da prova.


ADVENTURE CAMP desafio de MTN BIKE
Agosto
Mountain bike 24km x country
Solo feminina
Classificação: 1 lugar categoria
Apoio e Patrocinio: Nexplore, Rocky Mountain, Cofide



TRANSROCKIES BIKE
Agosto
Local; Canadá
Prova: Ultramaratona de mtn bike
600km em 7 estágios
dupla feminina Dri Boccia e Luli Cox
equipe: Flower People Rocky Mountain Team
Classificação: 6 na Categoria
Apoio e Patrocinio: Nexplores, Rocky Mountain, Cofides e organização da prova

BLACK HOLE MARATHON
Setembro
Local: Eslovenia
Prova: Maratona de bike 90km
com 6km subterraneos em uma mina desativada
Solo Feminina
Classificação: 1 na categoria
Apoio e Patrocinio: Nexplore, Rocky mountain, Cofides

FAAP ECOADVENTURE
Outubro
Local: Costa Rica
Equipe: Pink Team (Jonathan Bacelar, Fran Parente, Igor Petric e Luli Cox)
Modalidades: Stand up paddle, Canoa Havaiana, Trekking, Bike, Tirolesa, Ride & run, Rafting
Classificação: 2 lugar (geral)
Apoio: Kailash e Landslide

ATRAVECITY
Outubro
Local: São paulo
Prova: Alleycat race
30km pela alucinada cidade
Dupla Mista: "Dick Vigarista e Penélope Charmosa"
Classificação: 2 lugar na categoria
A corrida mais maluca que existe em São Paulo
Apoio: Rocky Mountain


CLARO BRASIL RIDE
Novembro
Local: Chapada Diamantina, Bahia Brasil
Prova: Ultramaratona de Mtn bike
566km / em 6 estágios
Equipe: dupla Feminina Flower People Rocky Mountain Team
Classificação: 6 na categoria
Apoio e Patrocinio: Mormaii, Nexplore, Rocky Mountain, Cofides