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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Mtn Bike Stage Races REVIEWS por RAFA NIRO

Rafael é o dono da ATENA, agencia de mkt esportivo que representa algumas provas em estágio aqui no Brasil como TRANSROCKIES e TOUR DE LA PATAGONIA.
Completou duas vezes o Cape Epic, outro ótimo crítico para as nossa tabela comparativa, porque além da visão de atleta ele tem o olhar clínico de quem trabalha com esporte!

Raphael is the owner of ATENA, mkt sports agency that represents some mountain bike stage races here in Brazil as TRANSROCKIES and TOUR DE LA PATAGONIA. Two times Cape Epic finisher, another great critical for our bike races reviews, besides the angle of an athlete he has a clinical look of one who works with sports!

Some final observations:

about CAPE EPIC "This year, the route was much more challenging, with long sections of single tracks and long stages. The heat can be your big enemy. Different from past years, there was a time trial, on the 4th day, wich was great."

about TRANSROCKIES "Staffs, showers, wonderful scenaries and amazing single tracks. These are the highlights of transrockies.you will never find a better place to ride single tracks than Canada. They are all made and maintained for you, mountain biker."

about TOUR DE LA PATAGONIA "This race is going for its third edition. They have pottential to be the best option for riders that are looking for a way to start on the stage races. Amazing scenary!"

sábado, 18 de dezembro de 2010

All you ever wanted to know about MTN BIKE STAGE RACES

“Mais dura e técnica que a Cape Epic. Mais animada e bonita que a Transrockies.”
É assim que começa o texto sobre a Claro Brasil Ride na Go Outside desse mês.
Durante a prova na Bahia, a Dri e eu fomos indagadas uma série de vezes sobre uma prova em relação à outra.
Algumas respostas a gente tinha na ponta da língua, outras nem se parássemos para pensar saberíamos responder ao certo.
A afirmação da matéria, pode sim ser verdade para uns, mas dificilmente será uma unanimidade.

O mundo da comparação, ao meu ver, é um pouco mais complexo.
De que forma passar a experiência sem influenciar com a resposta a analise do interessado?
Eu gosto de técnica, e se a pessoa gostar de estradão?
Como comparar o Cape Epic de 2008 com o Cape Epic 2010? É a mesma prova, mas que teve uma variação enorme em percurso e técnica de uma edição para outra.
O numero de verdades é igual ao numero de pontos de vista. Cada um tem o seu.
Depois de um longo inverno, e debater isso com o João Marinho, que tem mais de 10 provas em estágio no currículo, chegamos ao nosso veredicto.

Criamos uma planilha que avalia as competições em inúmeros quesitos.
Sendo 5 a melhor nota e 1 a pior.
Serão várias postagens e as “reviews” cada vez serão de um crítico diferente.
Claro que a estréia no blog tinha que ser do Portuga!
Divirtam-se com as respostas!

terça-feira, 2 de março de 2010

TOUR DE LA PATAGONIA terceiro dia de prova

Aqui vai o video do último dia de prova da equipe Flower People e sua turma no Tour de la Patagonia! Despedida de San Martin de los Andes em ritmo de festa!
Essa semana o FÜI embarca para o México para mais uma! Não saia daí!


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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

TOUR DE LA PATAGONIA segundo dia de prova

O segundo dia de prova do Tour foi do jeito que a Flower People gosta; chuva, madrugada, frio, calor, perrengue e subida, muita subida.


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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

TOUR DE LA PATAGONIA 2010 primeiro dia

Na prova; direito à gancheira quebrada, single speed e reboque. Fora dela; roupas ridículas, risadas intermináveis e novos amigos. Assim foi nosso primeiro dia de Tour de la Patagonia! Vem com a gente;


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Cruce de los Andes e Tour de la Patagonia 2010 OBRIGADA

Foi sensacional fazer as duas provas com uma turma grande e divertida de amigos. Até de baixo de chuva, não teve mau tempo! Obrigada amigos!
À Dri minha irmã, amiga, equipe, minha cara metade. Impressionante como a gente tem sintonia durante a prova e fora dela. Valeu Dri, seu alto astral contamina qualquer um!
À Selva aventura comecando pelo Caco nosso treinador que nos deixou preparados para qualquer perrengue e à toda turma que esteve em peso nas duas provas, aqui entra o ditado "Me diga com quem andas que te direi quem és!" tudo farinha do mesmo saco! Isso garantiu muitas risadas, momentos inesquecíveis e nos deixa com um gostinho de quero mais.
Na minha opnião, não tem nada melhor que isto; viagens, amigos e muito esporte!
Obrigada também ao Mó da Neaf, meu fisioterapeuta que me salva de todas. Ciclocaravelle pelo apoio com apetrechos para nossas bikes. Meu irmão por ter embalado a minha bici. Kailash pelos equipamentos, sem nossos trekking poles não teríamos sobrevivido no segundo dia de corrida!
Até a proxima...aguardem!

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

TOUR DE LA PATAGONIA recepcão em San Martin

A ida de Bariloche à San Martin de los Andes não podeira ter sido mais animada. Todos morrendo de dores musculares do Cruce de los Andes, sem saber muito o que nos esperava no Tour de la Patagonia, e nessa expectavitva animos à flor da pele! A viagem foi divertidíssima!


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sábado, 20 de fevereiro de 2010

O PAREDÃO cruce de los andes e tour patagonia 2010

Conviver mais de uma semana na mesma casa com toda turma Selva virou um Big Brother. Entre as provas Cruce de Los Andes e Tour de la Patagonia, no auge dos conflitos teve a votacão para o paredão! Querem saber como foi? Assistam o filme;

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

TOUR DE LA PATAGONIA terceiro dia

Largamos na bateria junto com o Diogo e o Renato “Selvaaa!” e saímos fortes para uma pedalada de 70 km relativamente plana. Os últimos colocados largavam antes e de cinco em cinco minutos largava uma nova bateria, até finalmente largarem os prós!
Mesmo tendo arrumado com os mecânicos mais uma vez o meu cambio, depois de pedalar 5 km tivemos que parar para a Dri Djalma concertar novamente minhas marchas, e ela já estava craque não demorou muito e já saímos pro pedal.
O primeiro trecho foi marcado pelo Diogo que vinha na nossa bota gritando ‘Ataqueeeeee!’,a Dri demorando para esquentar, e eu empolgadíssima com a elite que começava ultrapassar a gente e cada vez que vinha algum gritando “Ésquierda, esquierda!” eu deixava passar e colava no vácuo, e ia assim até quase sumir da vista da Dri, ai parava e gritava “Dri to brincando!”
Percurso lindo beirando um rio largo e azulado, e um estradão plano cheio de pedras...quando a Dona Adriana me resolve cair. Isso foi um episódio à parte! O manete do freio traseiro dela quebrou, depois de ver que estava tudo bem começamos o rir e a risada dela se transformou em choro, depois da manha, montamos nas nossas bikes e seguimos.
Graças à cor dos nossos cabelos foi perfeitamente viável fazer os downhills com apenas o freio da frente, afinal “Para que serve o freio de trás?’ Para a Dri não vez a menor falta. E vou falar, quando eu descia atrás dela um downhill técnico e ingrime eu quase chorei de tanto orgulho da minha irmanzinha, que descia tudo como uma profissional sem se abalar! Foi lindo!
Nos 7k finais o percurso começou a ficar longo, e mesmo jogando água na cabeça demos uma semi quebradinha. Um single track florido animou a equipe à pedalar forte o restinho que faltava. E terminava ali nossa jornada cor de rosa de dobradinhas de provas na argentina. Com a nossa tradicional dancinha aplaudida por todos os que estavam na chegada finalizamos mais uma e continuamos a recuperar posições na geral terminamos em 158, e na nossa categoria ficamos com um belíssimo 6º lugar! Obrigada Kailash, Ciclocaravelle, Neaf, Landslide e Fünf por acreditarem que o mundo pode ser sim, COR DE ROSA!

TOUR DE LA PATAGONIA segundo dia

A ordem de largada do segundo dia foi determinada pelo tempo de chegada na véspera, o pacote do fundo (dos classificados de 180 até os últimos) largava na primeira leva.
A equipe Flower People teve que se separar de todos os amigos, afinal só a gente tinha ficado na raspa do tacho. Tivemos que encarar a chuva, o frio e a escuridão das três horas da manhã. A Dri não parava de falar “Corrida de aventura é tudo na vida!” e realmente nosso histórico “perrenguístico” nos ajudava a encarar aquele sofrimento.
Saímos às 4h na frente de quase todos, e fomos com os nossos tímidos headlamps iluminando o caminho.
Alguns quilômetros depois da largada a aduana para entrar no Chile, de repente o meu cambio traseiro não estava funcionando! “Outra pane mecânica não! Pelo amor de Deus!” Chegamos afobadas na balsa, procurando alguém da organização para que parassem o cronômetro... em vão. A largada oficial seria do outro lado, depois da travessia! Eu digo que a cor dos nossos cabelos nos atrapalha!
Na balsa tivemos a sorte de entrar rápido para garantir um dos acentos lá dentro junto com nossos novos amigos que tinham nos ajudado à tentar arrumar o cambio. Aportamos e finalmente estava amanhecendo, e poderíamos abandonar nossas lanternas. Na largada saímos puxando o pelotão e assim ficamos por alguns minutos, pedalamos muito forte no primeiro trecho de prova, e chegamos na parada obrigatória em terceiro lugar! “Opa hoje o dia vai ser divertido!” Não interessava saber que só estávamos na frente porque competíamos com toda a turma do fundão o que valia era estar na frente. Parada obrigatória de 1.30hs, aproveitamos para comer, arrumar a bike; a Dri encarnou o Djalma e conseguiu melhorar bem a minha bike, o cambio ficou quase bom! Agora já dava para encarar os 20 e tantos km morro acima. Subida? Isso mesmo, e que subida! Nos cuidamos muito para que o calor interferisse o menos possível no nosso desempenho, o sol não estava dando trégua, e a gente ia aproveitando todos os córregos que passavam ao lado da estrada para se refrescar um pouco. No final da subida aduana mais uma vez agora de volta à Argentina. Crentes que iríamos descer... que nada! E dá-lhe subida!
Finalmente começamos à descer e aproveitamos para curtir mais o visual. Muitas flores amarelas ao lado do caminho, um pico todo nevado atrás de montanhas lunáticas, e a água? Um azul esverdeado, lindo demais! Gritando e curtindo entramos no acampamento para a comemoração; completamos um dia de quase 100km de pedal! E fomos a segunda dupla a chegar no acampamento! Recuperamos 45 posições e caímos no ranking geral para 172!
O acampamento nesse dia foi especial. Uma praia de areia preta vulcânica, banhada por uma água gelada e cristalina, montanhas ao redor, picos nevados. E para abençoar ainda mais o visual; a noite chegou cheia de si, as estrelas iluminavam o céu como nunca. A Dri e eu dormimos com a cabeça para fora da barraca, fazendo pedidos às estrelas cadentes e conversando com Deus!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

TOUR DE LA PATAGONIA 2010 primeiro dia

Já na largada fomos surpreendidas pela Rebecca Rusch, uma das maiores bikers do mundo, que ao ver a dupla Flower People toda de rosa, veio falar com a gente. Ela lembrava da nossa equipe do Cape Epic, e foi super simpática. A Dri tratou de se esfregar no braço da Rebecca para ver se a gente pegava um pouco de seus super poderes. Alto astral já na largada, nossos uniformes, bike e acessórios pink já começavam a ser muito fotografados.
Largamos e seguimos para os quase 50 km do primeiro dia. Marcados por sobe e desce, sem muito sofrimento. Quando estávamos no meio de um single track subindo e passando várias equipes, eis que uma raiz resolve atacar a minha bike, e como num passe de mágica a gancheira quebrou! Talvez isso tenha acontecido para pagar a língua, já que eu achava quebrar a gancheira da bike algo impossível! Sem pânico! Afinal a gente tinha uma gancheira reserva. Vários marmanjos solícitos resolveram parar para ajudar as pink girls. E quem disse que alguém conseguia soltar a gancheira quebrada do cambio? Tivemos então com a ajuda masculina tirar o cambio e transformar a bike em uma single speed, praticamente uma barra forte.
Depois de quarenta minutos perdidos e a bike arrumada seguimos para os 15 quilômetros finais da prova. Pedimos permissão para a organização e acionamos o reboque, alegando que a bike estava quebrada. Assim a Dri encarnou o alemão e foi pedalando por duas! Me puxando com o nosso reboque que graças a Deus o Rafa emprestou para a gente na ultima hora. Acredito que perdemos algo em torno de 100 posições com essa nossa fatalidade. Mas enfim, estávamos agora em uma prova de bike, sujeitas à panes mecânicas. Primeiro dia ficamos em 215 de 300 e poucas equipes que largaram! Mas ainda poderíamos recuperar! Deixa a bike no mecânico que amanhã tem mais!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

O Drama da Dri - Tour de la Patagonia 2010

Mesmo pedalando como meninos, às vezes temos umas recaídas e viramos meninas novamente.
A Dri levou um tombo de bike no terceiro dia de prova, e as risadas transformaram-se em choro (da parte dela pelo menos) já eu, não conseguia para de rir com a cena da nossa amiga! Esse video vale a pena;